Toninho Lima

Crônicas publicadas no projeto.

DORES LOMBARES E INSPIRAÇÃO

Estou aqui, depois de voltar à prática de atividades físicas agora que as temperaturas estão mais amenas, já sofrendo com dores lombares, e também no pescoço e nas pernas. Sou um ser fragilizado diante do primeiro desafio: manter uma semana de exercícios, alternando a esteira com caminhadas pelas estradinhas da região serrana. Semana ainda pela metade, eu já me sinto triturado, amassado, dolorido, cansado, praticamente acabado. Mas não vou desistir.

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DUAS MEDALHAS, UMA DE BRONZE E UMA DE PRATA.

Chato é essa dor nas costas. Estranhei a cama do hotel. Bebida gratuita no avião, jantar de bacana no quarto e o resultado: uma noite mal dormida. Tudo isso eu estou enfrentando atleticamente. Não poderia ser diferente, né? Medalhista olímpico como velocista, no 4×100 metros. Uma de bronze, uma de prata. Por isso estou aqui. Fui convidado para falar na abertura dos Jogos Universitários de Rio Branco. Fazia bem uns

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PÓDIO É PODER

Demorou, mas está chegando. O pódio andava mesmo precisando delas. Meninas, algumas franzinas, todas carregando a história de outras tantas. Meninas que lutam, que saltam e que fazem o diabo em cima de uma tábua com rodinhas. Meninas que surpreendem, que emocionam, que carregam o mundo em seus movimentos. A menina que dá o golpe exato, no momento certo e o juiz não vê. É a menina Brasil, que merece,

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CHINELAS OLÍMPICAS

Não, não estou entre aqueles que julgaram de mau gosto, que torceram o nariz ou acharam falta de decoro do nosso Comitê Olímpico ter escolhido bermudas e chinelas de uma certa marca conhecida como uniforme para os atletas da nossa delegação. Gostei. Achei pertinente, aliás. Momentos atípicos, jogos que deveriam ter ocorrido um ano antes, em que a plateia, quando há, é minúscula, pedem algo tão inusitado quanto a situação.

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O CAMPEÃO DE NADO CACHORRINHO

Eu sentia muito frio. Estar apenas de sunga às 7 da manhã era, de fato, um sacrifício à altura da glória a que o esporte me levaria. Eu devia ter pouco mais de 13 anos, naquele 1965, e nunca tinha pensado em ser um atleta, até que me vi jogado naquela piscina com uma pequena prancha de madeira que me faziam arrastar de borda a borda, por várias vezes, todas

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