Leonel Prata

Crônicas publicadas no projeto.

Em primeiro lugar os outros, depois ele, o campeão

A 100ª medalha de ouro do Brasil na história dos Jogos Paralímpicos veio com o recorde mundial no atletismo, nos 1.500 metros (classe T11, cegos). Disparado. O autor do feito histórico, o atleta Yeltsin Francisco Ortega Jacques, nasceu com baixa visão (0,5%), em Campo Grande (MS), em 1991. Todo mundo viu pela televisão ele e seu inseparável atleta-guia Carlos Antônio dos Santos, o Bira, faturarem esse cobiçado ouro. Nosso Yeltsin

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Leitura labial

A seleção feminina de vôlei do Brasil entrou na Arena de Ariake, na capital do Japão, para enfrentar a seleção do ROC. Quem está acompanhando as Olimpíadas de Tóquio provavelmente já se deparou com essa sigla nada familiar. Essa abreviação designa o Russian Olympic Committee (Comitê Olímpico Russo em inglês). (Cabe aqui um breve parênteses: em 2019, a Agência Mundial Antidoping (WADA) baniu a Rússia de todos os esportes internacionais

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Cheiro de atleta

O SporTv apresenta um programa diário antes de começar as transmissões do dia (noite aqui) dos jogos do Japão: “Ohayo Tóquio” (Bom dia, Tóquio). É comandado pelo jornalista Marcelo Barreto e pelo treinador Bernardinho, com participações de um time de comentaristas para cada modalidade, geralmente ex-atletas. No dia da prova de revezamento dos 4 x 100 metros do atletismo, um dos comentaristas era o ex-corredor Claudinei Quirino, medalha de prata

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Espírito olímpico

“O importante não é vencer, mas competir. E com dignidade.” A frase é atribuída ao educador francês Pierre de Frédy (1863-1937), mais conhecido como Barão de Coubertin, o nobre que inventou os Jogos Olímpicos da Era Moderna a partir de 1896. Na minha turma de esportistas, a máxima do barão nem sempre é levada ao pé da letra. Pelo menos no meu bom e velho basquete jogado desde o século

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