Cezar Fittipaldi

Crônicas publicadas no projeto.

Humano, demasiado humano!

Confesso que li a obra de Nietzche há tanto tempo que pouco me lembro dela, e na verdade, aproveitei o “gancho” do título para fazer algumas poucas e humildes considerações sobre alguns aspectos dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Falo especificamente de um fenômeno que venho observando: talvez nunca em uma edição dos jogos tenhamos tido tantos fracassos de semideuses como agora. Já abordei aqui o tema dos favoritos e suas

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Para não dizer que eu não falei de skate (Ou uma colcha de retalhos de divagações contemporâneas que estarão datadas em minutos)

É engraçado como anônimos se transformam em “heróis” com mais rapidez com que a mídia transforma medíocres em celebridades nos Reality shows que proliferam por aí hoje em dia. Anônimos de valor, diga-se. Só não pode sucumbir à enorme pressão de agradar a todos em tudo. Desde que me conheço por gente torço por atletas brasileiros nos jogos olímpicos. Já até escrevi sobre as frustrações que são parte integrante desse

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Olímpicas: o começo para mim!

Desde a mais tenra idade (adoro clichês redundantes numa terça-feira de manhã para espantar as teias de aranha da minha imaginação preguiçosa pós Covid), eu adoro esportes. Leitor assíduo acompanhei sempre as muitas edições dos Jogos Olímpicos, torcendo, é claro, pelo sucesso dos atletas brasileiros. Com mais frustrações que alegrias, confesso. Quem não se lembra do padre que impediu a fantástica vitória e consequente medalha de ouro do Vanderlei Cordeiro

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