Braçadas de campeões

Os Jogos Paralímpicos começaram e o Brasil chegou chegando. Desculpem-me, mas como cobri a edição brasileira, em 2016, vou voltar a ela muitas vezes aqui, pois foi uma das coberturas mais marcantes da minha vida de jornalista.
Fiquei uma semana no Rio, atravessando diariamente a linda capital fluminense até a Cidade Olímpica pra invariavelmente me emocionar. E um dos motivos maiores de tanta emoção era sempre a natação. Não sei se é porque sou de um signo de água, ou se pela beleza plástica desse esporte, ou se pelo motivo mais óbvio: nossos atletas são craques dentro da piscina.
Por isso não foi surpresa nenhuma abrir o primeiro dia de competições com um ouro, uma prata e dois bronzes na modalidade.
No Rio, o ginásio vinha abaixo a cada braçada dos nossos ídolos. Ao contrário de modalidades que envolvem cegos, nas quais é rigorosa a necessidade de silêncio, e os brasileiros faziam feio com aplausos, apupos e outras manifestações mal-vindas, na natação a torcida pode e deve se manifestar. E festejar.
Porque, se o que importa é competir, nada como as vitórias e conquistas pra mostrar que a superação não é um mero prêmio de consolação.

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