BRAZIL, ZIL, ZIL.

Mais uma vez, o ufanismo dos narradores esportivos ultrapassam a realidade das telinhas.
Por mais que torçam, a verdade é que temos sempre as mesmas chances nos esportes coletivos e uma medalha pingada aqui, outra ali, nos individuais.
Normal, não somos um país olímpico. Somos, o país das quadras e dos campos.
Se no futebol e no vôlei, tanto de quadra quanto de areia, somos fortes e candidatos a medalhas, nas pistas e nas raias, corremos atrás.
Nada que possa ser humilhante ou degradante.
A cada olimpíada vemos novos nomes surgindo em categorias até então inalcançáveis, mas que aos poucos estamos chegando nas finais.
Ou em modalidades novas nos Jogos, como o skate e o surf nos quais somos potência.
Dessa forma, vamos abiscoitar algumas medalhas nessas modalidades e, quem sabe, acrescentar outras na ginástica, na natação, atletismo, hipismo, iatismo e outros ismos que teremos pela frente.
Com isso, nossos narradores podem sim, gritar seus brados de patriotismos sem medo de serem felizes.

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