O que, afinal, combinamos com os russos?

Madrugada aqui no Brasil, qualquer horário lá na Rússia que não me importa qual, porque havíamos combinado com os russos de que nos encontraríamos em quadra em Tóquio, mas no horário japonês.
Combinamos, também, com os russos que entraríamos com o nosso time dourado, iniciando a partida com Bruninho, Wallace, Leal, Lucão, Lucarelli, Mauricio e o líbero Thales, mas que se fosse preciso e necessário, como assim o foi, teríamos na reserva outro Mauricio, o Souza, o Alan, o Cachopa, o Isac e o Douglas.
Combinamos com os russos que iríamos com o nosso melhor ataque, a nossa melhor defesa, e os saques mais potentes. E assim o fizemos.
Mas não combinamos com os russos que eles fariam o mesmo, nem que entrariam em quadra com aquela muralha, que se não for a da China, chega bem perto.
O time masculino de vôlei do Comitê Olímpico Russo chegou à final com méritos próprios. Tivemos garra, mas não o suficiente para vencermos a partida. E que fica aqui combinado, iremos em busca do nosso ouro em solo francês.
Por ora, o combinado é a disputa da medalha de bronze com a Argentina, e que fique combinado: sem “la mano de Dios” para los hermanos.
Ah, e antes do término desse texto, vale destacar que combinamos com as russas de que a final do vôlei feminino seria nossa. E assim será.

Foto: Reprodução CBV

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