Carlos Castelo

Crônicas publicadas no projeto.

Nanocrônica

Foram longos anos de guerra. Os vermelhos contra os verde-amarelos. Depois de tantas agressões ficaram todos roxos. E, apesar de levantarem a bandeira branca, a economia do país nunca mais voltou a ficar no azul. Já a Seleção, apesar de verde-amarela, sempre deixou todos rubros de orgulho.

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Amor olímpico

O nosso amor É uma competição esportiva Cada jogada é decisiva E influi no cômputo geral (Nosso amor é anormal…) O seu beijo Vale por uma raquetada O seu abraço é uma espada Que esgrima com o meu punhal Você é louca pra abusar da violência Só de um juiz eu sinto ausência Para apitar os seus penais (Lá nas jogadas principais) Nesse basquete Só porque arremesso errado Vou logo

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Grupo de zap em Tóquio

Tarciso: Boa noite de Tóquiooooo, galere do zap! Rosaninha: Boa noite, irmão. O pai tá bem? Tarciso: O veio tá entrando direto na breja japonesa. Curtiu! Rosaninha: Não deixa ele manguaçar que descontrola o açúcar. Tarciso: Relax. Mãe: Já encontraram o Nocão, o Barba e o Sancho? Sancho: A bença, dona Meire, tá todo mundo aqui no hotel com o Tarciso e o seu Tote. Mãe: Ai, graças à minha

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Eles não vão para Tóquio

Tecnologicamente, o Japão sempre esteve décadas à frente, até dos países mais desenvolvidos do Primeiro Mundo. Natural seria que, em suas Olimpíadas, surgissem novas modalidades esportivas. Foi justamente o que ocorreu. Em relação à Olimpíada brasileira, por exemplo, a de Tóquio inovou muito. Fontes ligadas ao Comitê olímpico nipônico, atestam inclusive que ainda ficou muita coisa de fora. Jornalistas japoneses tiveram acesso a documentos confidenciais e vazaram algumas desses esportes

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